Beata Lindalva

Como Filha de São Vicente de Paula, dedicava-se ao serviço dos pobres e tornou-se mártir da castidade por testemunhar a fidelidade a seu Esposo Cristo Jesus! Conheça sua...


Cadastre-se e receba nosso informativo:
E-mail: Cadastrar | Remover
Canais
Principal
COMECE AQUI !
Patrocinadores
Fale Conosco
Santos
ELENCO GERAL
Beato Inácio e Com.
São Roque e Com.
São José de Anchieta
Santa Paulina
Santo Antônio Galvão
Beatos Mártires RN
Beato Eustáquio
Beato Mariano
Beata Albertina
Beatos Manuel e Adílio
Beata Lindalva
Beata Bárbara Maix
Beata Dulce
Beata Nhá Chica
Beata Assunta Marchetti
Beato Pe. Victor
Ven. Teodora Voiron
Ven. Antonieta Farani
Ven. Rodolfo Komorek
Ven. Attilio Giordani
Ven. Ir. Serafina
Ven. Me. Ma. Teresa
Ven. Dom Viçoso
Ven. Marcello Candia
Ven. Pelágio Sauter
Ven. Pe. João Schiavo
Ven. José Marchetti
Ven. Daniel de Samarate
Outras Biografias
Temas
Papa Bento XVI
Santos do Brasil
Processos de Canonização
Beatificação e Canonização
Comunhão dos Santos
 
E-mail:
Senha:
 
» Santos do Brasil » Santa Paulina » Biografia
 
05/11/2003 - 10:32 - Biografia


BIBLIOGRAFIA  E  LINKS 
INFORMAÇÕES
BIOGRAFIA




Santa Paulina do Coração Agonizante de Jesus
Nascida em 16/12/1865   -   falecida em 9/07/1942

Fundadora da Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição

Amábile Lúcia Visintainer nasceu em 16 de dezembro de 1865,
filha de Napoleone Visintainer e Anna Pianezzer. Ele, membro
da Ordem Terceira Franciscana, e ela, da Irmandade do
Santíssimo Sacramento. Nascida de pais pobres de bens
materiais, mas ricos das virtudes cristãs, foi batizada no
dia seguinte e crismada em 1874 em Vígolo Vattaro, província
de Trento, Itália. A região estava  naquela época sob domínio
austríaco. Com quase 10 anos de idade, Amábile emigrou com
sua família para o Brasil, em 1875, para Santa Catarina, onde
foram designados os imigrantes italianos. A assistência
religiosa era assegurada pelos padres jesuítas italianos. Os
nomes das localidades que surgiram recordam aqueles das
cidades de origem e, por isso, os lugares onde se fixaram os
sultiroleses passaram a se chamar Nova Trento, Vígolo, etc.
Amábile cresceu nos trabalhos de casa e da roça. Conheceu
outra menina, Virgínia, filha de Francesco Nicolodi, com quem
seu pai, Napoleone, construiu um moinho de farinha. Às duas
jovens foi entregue o moinho, onde passavam o dia em oração e
cânticos piedosos. Recebida a Primeira Comunhão aos 12 anos,
Amábile foi encarregada do catecismo às crianças, da visita
às pessoas doentes e da limpeza da Capela de Vígolo,
localidade onde morava.
Certo dia, por inspiração do céu, Amábile fez proposta à
Virgínia para deixar tudo e morar num casebre, perto da
Capela: para rezar, trabalhar, cultivar o espírito e ajudar
os pobres doentes. É a inspiração fundacional da "obra", que
Maria Imaculada vai pedir mais tarde, num sonho: "Quero que
comeces uma obra..." Nesse mesmo sonho viu ela muitas jovens
que um dia fariam parte da futura Congregação das Irmãzinhas
da Imaculada Conceição, algumas vivas até hoje, em 2003.
Assim, numa região desprovida de casas religiosas e diante da
necessidade de cuidar dos doentes, Amábile, aos 25 anos, com
a permissão de seu pai, e a aprovação do Pe. Marcello Rocchi,
SJ, passou a morar num casebre, em Vígolo, para aí cuidar da
cancerosa desamparada. Era o dia 12 de julho de 1890. Esta
data é considerada o dia da fundação da obra da Serva de
Deus, que nos planos do Senhor constitui uma das primeiras
Congregações Religiosas fundadas no Brasil.
Em 1895, o pequeno grupo, que se formara em torno de Amábile
em Vígolo e que se havia transferido a Nova Trento, recebeu a
aprovação do Bispo de Curitiba com o nome de Filhas da
Imaculada Conceição. Em dezembro do mesmo ano fizeram os
votos religiosos e ela recebeu o nome de Irmã Paulina do
Coração Agonizante de Jesus. Ela tinha então 30 anos.
É Madre Paulina quem introduz em Nova Trento a primeira
fábrica de tecidos, pioneirismo que mereceu diplomas e
condecorações nacionais e internacionais em tempos de poucos
meios de comunicação
Depois da fundação das Casas de Nova Trento e Vígolo, em 1903
transferiu-se para São Paulo, seguindo conselho e convite do
Pe. Luigi M. Rossi, SJ, que já fora pároco de Nova Trento e
naquele a nomeado Superior da Residência de São Paulo.
Pouco tempo depois, na colina do Ipiranga junto a uma capela
aí existente, iniciou a obra do "Sagrada Família" para
abrigar os filhos de ex-escravos depois da abolição da
escravatura em 1888.
Nas vésperas da transferência para São Paulo, Pe. Rossi, que
possuía todas as faculdades para a direção das Filhas da
Imaculada Conceição, cuidou da organização jurídica da
Congregação com um Capítulo (reunião das representantes da
congregação), celebrado em fevereiro de 1903, no qual Madre
Paulina foi eleita Superiora Geral.
O governo de Madre Paulina durou 6 anos, nos quais, com o
afluir das vocações, a Fundadora pôde realizar a fundação de
outras três casas no Estado de São Paulo.
No ano de 1909 a Fundadora sofreu uma terrível prova. Por
causa das dificuldades criadas pela intromissão de pessoas
estranhas apoiadas por algumas religiosas e pela autoridade
eclesiástica, Madre Paulina foi deposta num manobrado
Capítulo Geral no mês de agosto de 1909. Foi-lhe reconhecido
e conservado somente o título de "Veneranda Madre Fundadora".
De 1909 a 1918 viveu na casa por ela fundada em Bragança
Paulista. Foram nove anos de prova, de humilhações materiais
e da noite mística do espírito. Estes anos foram considerados
pelo Pe. Rossi como clara permissão de Deus para que Madre
Paulina se tornasse "vítima de amor e reparação" pela
santificação de suas filhas.
Em 1918, Madre Paulina foi chamada à Casa Geral em São Paulo,
com pleno reconhecimento de suas virtudes, para servir de
exemplo às jovens vocações da Congregação, que desde 1909
assumira o nome de "Irmãzinhas da Imaculada Conceição".
No período que vai de 1918 a 1938, distinguiu-se pela oração
constante, pela amorosa e contínua assistência às irmãs
doentes. Madre Paulina fez jus ao título dado pelos
habitantes de Vígolo: enfermeira, ou seja, ser-para-os-
outros, sobretudo para os enfermos por quem nutre uma paixão
que preenche todo o arco de sua vida, desde a avozinha
paterna de Vígolo Vattaro até os cuidados com Madre Vicência,
a Superiora Geral, que falece em 1931.
Em 1938 começou a Via-Sacra dos sofrimentos por causa do
diabete: progressivas amputações e até a cegueira total. Em 9
de julho de 1942, com a habitual jaculatória nos
lábios: "Seja feita a vontade de Deus", morreu piamente no
Senhor.
Toda a existência da Serva de Deus foi uma tradução prática
do seu propósito fundamental: "Sou somente do meu Jesus, que
tanto amo", "Quero ser vossa para sempre, ó Senhor, a última
das vossas filhas, que quer ser sempre a última, para estar
mais próxima de Vós, meu caro Jesus". Já em vida gozou de
veneração, mas, sobretudo na morte e depois, a fama de
santidade aumentou sempre.
No testamento deixado à Congregação, Madre Paulina
dizia: "Confiai sempre muito na Divina Providência; nunca,
jamais, desanimeis, embora venham ventos contrários.
Novamente vos digo, confiai em Deus e em Maria Imaculada;
permanecei firmes e radiantes".
A Congregação, aprovada em 25 de agosto de 1895, possui hoje
mais de 600 religiosas, estando presente em 11 países.
Impossível em poucas linhas saborear a grandeza desta Serva
de Deus que o povo há muito já tinha como santa! Não deixe de
conhecê-la melhor, e enriquecer-se com a sua intercessão!

Inserida por: Administrador fonte:  Santos do Brasil
   
envie para um amigo
voltar  

 



 
 
 
Elaboramos esse site
com o objetivo de divulgar nossos santos.
 
 

Hospedagem e
Desenvolvimento